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Mês: outubro 2017

Frutas e Hortaliças são fundamentais para atletas amadores ou profissionais

O que uma advogada que tenta praticar seu esporte favorito aos fins de semana e um atleta profissional têm em comum? Além da paixão pelo exercício físico ambos compartilham a necessidade de uma alimentação balanceada e rica em hortaliças. A nutricionista Sueli Longo explica que, apesar de serem duas realidades bem distintas, legumes, verduras e frutas são importantes para os dois perfis.  “Não é possível ter rendimento esportivo sem saúde, e as frutas e hortaliças são essenciais para a saúde”.

De acordo com a nutricionista, esses alimentos possuem propriedades nutricionais como fibras, vitaminas, minerais e fitoquímicos (substâncias responsáveis por aroma, cor e sabor) fundamentais para quem busca um estilo de vida saudável. As fibras contribuem para o bom funcionamento do intestino, as vitaminas e minerais regulam enzimas e hormônios. Já os fitoquímicos têm ação antioxidante, que combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento precoce e por diversos problemas de saúde.

RADICAIS LIVRES

A necessidade de combater os radicais livres é um dos pontos que diferencia o plano de alimentação ideal para cada um dos perfis apresentados. O organismo de atletas profissionais, por apresentarem rotina de treinamento mais intensa, produz uma quantidade muito maior de radicais livres do que o organismo de “atletas de fim de semana”.

Sueli afirma que passar por uma avaliação nutricional é importante para realizar uma prescrição individualizada e, assim, alcançar quaisquer que sejam seus objetivos: “O método para montar um plano alimentar para esses dois tipos de praticantes de exercício físico pode ser similar, mas a prescrição é muito diferente de acordo com intensidade do treinamento e do que se espera”.

DIETA E SUPLMENTAÇÃO

Uma alimentação balanceada é a base para a prática de exercícios físicos e esporte. Necessidades de nutrientes específicas que não consigam ser atingidas através da alimentação exigem o uso de suplementos alimentares para que a necessidade nutricional seja suprida.

Seja você um atleta de fim de semana ou um profissional, aumentar a ingestão de hortaliças e frutas no dia a dia pode ter um grande impacto na sua saúde.

Hortifruti, 27 de outubro de 2017

Turismo e saúde: conheça o Circuito das Frutas de São Paulo

O Circuito das Frutas é um polo reúne dez municípios com muita tradição no cultivo de frutas de mesa. Quase todos os destinos de turismo rural estão a menos de 100 quilômetros de São Paulo: Atibaia (65 km de SP), Jundiaí (65 km de SP), Jarinu (65 km de SP), Indaiatuba (95 km de São Paulo), Itatiba (80 km de SP), Itupeva (70 km de SP), Louveira (70 km de SP), Morungaba (105 km de SP), Valinhos (85 km de SP), Vinhedo (75 km de SP). A agricultura é importante para a economia de todos esses municípios. Os destaques são as produções de uva, caqui, figo, goiaba, morango, acerola, pêssego, entre outras.

Criado em 2002 com o intuito de facilitar a integração entre municípios famosos pela produção de frutas e outros produtos rurais, o roteiro mistura sabores e paisagens. O Circuito oferece aos visitantes inúmeras opções de passeios e atrações que exploram a vida rural e as festas tradicionais da região. Produtos artesanais, como geleias, sucos, vinhos, cachaças, queijos, biscoitos e doces variados também podem ser encontrados nas comunidades locais.

CALENDÁRIO DAS FESTAS DO CIRCUITO DAS FRUTAS

  • Jundiaí realiza, em janeiro/fevereiro, a Festa da Uva e Expo Vinho, festa popular com apresentações musicais, artesanato e, claro, muita comida.
  • Também nas férias de janeiro,Valinhos celebra a Festa do Figo, uma das maiores festas do interior de SP.
  • A Festa da Uva e do Vinho de Vinhedo já está marcada para fevereiro de 2018.
  • Já em Itatiba, no mês de abril, é a hora de comemorar a Festa do Caqui.
  • No inverno, geralmente entre os meses de junho e julho, é a vez da Festa do Morango de Atibaia e Jarinu
  • Ainda em Jarinu, mais perto do fim do ano, há a Festa do Pêssego.

Hortifruti, 26 de outubro de 2017

Tomates: 5 curiosidades sobre uma das principais hortaliças do Brasil

Os tomates podem ser descritos como alimento curinga. Usado em saladas e massas, consumido cru ou assado, na forma in natura ou em molho, o tomate é uma das principais hortaliças do Brasil e tem lugar certo na mesa de milhões de pessoas.

Além das diversas formas de consumo, a versatilidade de tamanhos, formas e cores também chama a atenção. Só no Brasil são produzidas mais de dez variedades que vão do Caqui, excelente para saladas, ao Cereja, espécie pequena, ideal para canapés e espetinhos.

Comumente confundido com um legume, o tomate é, na verdade, um fruto.  Mas, se você acha que as surpresas dos tomates param por aí, está muito enganado. Confira abaixo uma lista com 5 curiosidades incríveis dessa hortaliça.

 

1 – Os tomates têm origem na América do Sul

Todo mundo acha que o tomate vem da Itália mas, na verdade, o tomateiro é nativo da região que compreende Peru, Norte do Chile e Equador (incluindo as Ilhas Galápagos). Seu nome, inclusive, tem origem na palavra asteca tomatl;

 

2 – Tomates demoraram para cair no gosto popular

Levado para a Europa no século XVI, o consumo do tomate só se difundiu no século XIX. No início, o fruto sequer era comido, mas usado como decoração nas mesas.  Quem começou a mudar a “funcionalidade” dos tomates foram os italianos. Por lá, o tomate é chamado de “pomo d’oro” (pomo de ouro);

 

3 – Os tomates já foram considerados afrodisíacos

Por muito tempo, o tomate foi considerado um alimento afrodisíaco pelos Europeus. Conta a lenda que o tomate era ingrediente certo de elixires do amor, sendo apelidado de “maçã do amor”;

 

4 – Ajuda no combate ao câncer

Por ser rico em licopeno, quando associado a uma alimentação saudável, o tomate é um aliado incrível na prevenção do câncer de próstata. Essa substância faz com que as células defeituosas interrompam a sua multiplicação sem fim, que é o que ocasiona a doença. Para aumentar ainda mais essa funcionalidade, o ideal é consumir a hortaliça assada ou em forma de molho.

 

5 – Tomates podem virar vinho 

Uma família de Baie-Saint-Paul, na província de Quebec, no Canadá, criou o primeiro vinho feito de tomates. A bebida tem aroma intenso, corpo suave e uma tonalidade dourada. Pascal Miche, responsável pela criação, afirmou que a produção segue o mesmo processo dos vinhos “normais”, ou seja, tal como as uvas, os tomates são esmagados, fermentados e prensados.

Viu como o tomate nosso de cada dia pode carregar diversas histórias?

 

Hortifruti, 25 de outubro de 2017

Rio Grande do Norte é destaque na produção de melão

Com um crescimento contínuo, a produção do melão no Brasil tem ido de vento em popa. Um Estado que vem se destacando na produção do fruto, de acordo com a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), é o Rio Grande do Norte. Localizado na região nordeste, o Estado conta com uma produção de 250 mil toneladas anuais e, junto com o Ceará, é responsável por 90% de toda a produção do País.

O cultivo de melão no Brasil é relativamente novo. Dados IBGE apontam que, no ano de 1995, os agricultores brasileiros produziram 159.267 toneladas da fruta. Já em 2015 o número saltou para 521.596 toneladas, o que representa um crescimento de 227%. Tal salto foi fortemente influenciado pelo Rio Grande do Norte. Por adotar um sistema de irrigação, majoritariamente, a partir de poços tubulares, o Estado sofreu menos com a crise hídrica que atinge a região.

Ainda assim, é exatamente a questão hídrica que apresenta o maior desafio para os produtores potiguares. O Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (Coex) afirma que procurar alternativas para o abastecimento de água das regiões produtoras é fundamental, uma vez que há cinco anos as chuvas no Estado estão abaixo da média.

O melão produzido no Rio Grande do Norte abastece o mercado brasileiro durante o ano todo, mas o mercado internacional também sente o gostinho da nossa fruta. Países como Inglaterra e Espanha estão entre os importadores de destaque, mas esse posto em breve vai ganhar concorrência. Novos mercados para exportação, como Argentina, Chile, Japão e Vietnã já são analisados e os embarques para a China já se encontram em um futuro próximo. É o mundo se rendendo ao sabor do melão potiguar.

Hortifruti, 24 de outubro de 2017

O que é que a banana tem?

Não tem para ninguém, a banana é a fruta mais consumida pelos brasileiros. Só em 2016, a produção dos bananais atingiu 6.962.134 toneladas. A atividade engloba cerca de 800 mil unidades produtoras, o que equivale a uma área de aproximadamente 475 mil hectares, sendo a maioria de pequeno porte e de perfil familiar. A predileção do brasileiro acaba se refletindo em números, uma vez que 99% da produção nacional abastece o mercado interno.

Nutritiva e rica em minerais e vitaminas, não é de se estranhar o posto que a fruta ocupa, mas existe outros fatores que elevam a banana à categoria de paixão nacional. De acordo com a Comissão de Fruticultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), uma caraterística que se destaca e contribui para esse sucesso, é o fato de a banana ser prática. É fácil transportá-la, descascá-la, a fruta não estraga com tanta facilidade, já vem adoçada e não tem caroço! Com tantos atributos, fica realmente difícil competir. Mas a banana não para por aí: vai bem em pratos doces e salgados, quentes e gelados!

Apesar da grande afinidade, a banana não é nativa das terras tupiniquins. Na verdade, ela é originária do quente e úmido sudeste asiático, mas se adaptou tão bem ao nosso território que, hoje, já somos o terceiro maior produtor da iguaria. Dados do IBGE apontam que a produção brasileira é responsável por 6,9% do total mundial, ficando atrás apenas da China e das Filipinas.

Existem mais de 500 tipos de banana no mundo! No Brasil, as cinco mais consumidas são a nanica, maçã, prata, ouro e da terra. Cada um dos seus tipos é indicado como ingrediente ideal em diferentes preparações. Vitaminas, tortas, doces, sorvetes, purês, farofas e, até mesmo a moqueca, ganham um sabor todo especial com a fruta.

Conheça mais de cada uma das bananas brasileiras e saiba como deixar suas receitas com um gostinho tropical.

Banana nanica – Essa banana é nanica só no nome. Conhecida como banana-d’água, é super doce e tem um aroma marcante. Ótima para fazer um bolo de banana.

Banana da terra – Maior opção entre as cinco bananas mais consumidas, esse tipo é ideal para ser cozida ou assada.

Banana prata – Uma das cinco espécies mais queridas, a banana prata tem uma durabilidade maior que as demais, podendo ser consumida até quatro dias depois da maturação. É ideal para fazer a bananada.

Banana ouro – Verdadeira nanica da lista, inclusive, é a menor banana de todas, medido até 10 cm. Docinha é ótima para lanche da tarde.

Banana maçã – Cheirosa, a banana maçã tem um aroma característico que lembra muito a maçã.

Seja Nanica, Da Terra, Prata, Ouro ou Maçã, a verdade é que banana é bom à beça!

Hortifruti, 23 de outubro de 2017

Sustentabilidade e hortaliças: uma combinação possível

Lançado na última segunda-feira (16), o livro “Sustentabilidade e horticultura no Brasil – da retórica à prática” é mais uma iniciativa de estímulo ao consumo e à redução do desperdício de hortaliças. Primeira publicação do gênero produzida pela Embrapa Hortaliças, o livro conta com artigos de pesquisadores e de professores, todos especialistas em diferentes áreas da produção agrícola.

A coletânea de 15 textos tem como fio condutor as experiências compartilhadas por seus 20 autores nos trabalhos de pesquisas desenvolvidas com hortaliças. Para o pesquisador Carlos Lopes, que divide a edição técnica do livro com a pesquisadora Maria Thereza Pedroso, existe muito palpite e pouca informação técnica sobre a questão da sustentabilidade. “A ideia do livro nasceu dessa necessidade de informação técnica que identificamos”, afirma.

“A questão da sustentabilidade não dá para ser discutida de modo polarizado e simplista, sem aprofundar a questão ambiental, econômica e social. O equilíbrio sensato das discussões sobre os pilares da sustentabilidade é o que se deve buscar para atender os anseios das diferentes formas de agricultura. Há lugar para todos!”, acentua Lopes.

Na mesma linha de argumentação, Maria Thereza ressalta que para alcançar a sustentabilidade na produção de hortaliças só há um caminho, o da ciência. “Isso quer dizer desenvolver tecnologias que levem às menores externalidades ambientais negativas possíveis, já que toda atividade econômica, a exemplo da agricultura, gera externalidades”, pontua.

Fonte: CNA, 23 de outubro de 2017

Para comer em outubro: 3 dicas de hortaliças

Já falamos aqui sobre algumas frutas dessa estação que podem colorir e enriquecer a sua dieta. Agora é hora de listar 3 hortaliças típicas de outubro.

ALCACHOFRA

É difícil elencar rapidamente todos os benefícios que o consumo da alcachofra proporciona à nossa saúde, mas uma de suas principais vantagens é possuir um baixo valor calórico (52kal/100g) e conter fibras em sua composição. Os principais componentes químicos presentes nas folhas da alcachofra são os ácidos fenólicos e  flavonóides que possuem ação antioxidantes e  anti-inflamatória.

A safra da alcachofra começa em agosto, mas o pico acontece em meados de setembro e outubro. Esta é uma excelente hora para consumi-la in natura.

COUVE-FLOR

Somente um argumento já é suficiente para convencer você a colocar couve-flor no seu prato: o fato de ele ser um dos 20 vegetais mais bem pontuados do ANDI, o Índice de Nutrientes e Densidade Agregado. Isso quer dizer que ele fornece uma grande quantidade de nutrientes, vitaminas e minerais ao passo em que também é muito pobre em calorias — o que o torna ideal também para quem quer emagrecer.

Aproveite a safra em alta, que termina agora em outubro, para comprar couve-flor. Você identifica as melhores opções pela aparência. Se estiver com tom meio amarelado ou amarronzado, evite, mas se vier acompanhada de folhas verdes junto ao caule, pode colocar na sacola. Consuma a couve-flor em até cinco dias e use-a para diversos fins na cozinha, já que é um alimento versátil. Pode colocar na salada, cozinhar ou comer até como acompanhamento de um prato principal.

MANJERICÃO

Muitas pessoas têm o costume de plantar folhas de manjericão em casa. E quem planta, sabe que a hortaliça pode ser encontrada em abundância em diversas épocas do ano. Mas um período específico, que começa em outubro e termina no final do ano, é o mais indicado para você colher ou comprar na feira.

Além disso, qualquer um pode usar a hortaliça para fazer chás ou como tempero em diversas receitas.

Hortifruti, 20 de outubro de 2017

Para comer em outubro: 3 dicas de frutas

Uma dieta balanceada e rica em nutrientes é ainda mais saborosa e econômica quando utilizamos as frutas e hortaliças típicas de cada época. Vamos falar um pouco sobre as opções do mês de outubro. Separamos uma lista com 6 dicas de frutas para você colocar no prato, levando em conta não só o período de safra, mas também seus benefícios nutricionais. Confira:

CAJU

O caju é uma fruta muito consumida in natura e em sucos. Seu baixo valor calórico (43kcal/100g) a torna um aliado na alimentação saudável. Em termos de nutrientes, o caju se destaca como excelente fonte de vitamina C, cuja ação em nosso organismo está relacionada a produção e manutenção do colágeno, redução a suscetibilidade  a infeccções, participa do processo de cicatrização, potencializa a absorção do ferro, entre outros.

A safra do caju começa em agosto, mas atinge o seu pico durante os meses de setembro e outubro, perdurando até dezembro. Se for aproveitar o momento para comprar algumas unidades de caju, lembre-se que ele deve ser consumido rapidamente. Você pode guardá-lo na geladeira, mas a recomendação é que seja armazenado por, no máximo, dois dias. A castanha do caju também é fonte de proteínas vegetais e gorduras boas para o organismo.


UVA THOMPSON

Sabe aquelas uvas que não dão trabalho nenhum para comer porque não têm caroço? Então, a uva por si só é uma fruta extremamente benéfica para nossa saúde, mas outubro é o mês de uma variedade em especial: a uva thompson. As uvas de coloração escura além de possuírem em sua composição vitamina A e C, fibras e potássio, são fonte de compostos fenólicos como os flavonoides que possuem ação antioxidante (capaz de atrasar ou inibir a oxidação de substratos que leva ao envelhecimento das células) e  anti-inflamatória.

A safra da uva thompson é curta: começa em agosto e termina em novembro, mas o pico da colheita começa agora, no mês de outubro. Por isso, é bom aproveitar.


NÊSPERA

A nêspera, uma fruta doce originária da China, talvez não seja tão popular, mas é certamente uma das opções mais benéficas para o organismo.  Com baixo valor energético (42kcal em 100g), a nêspera contem em sua composição vitamina A e C.

A safra dessa fruta é ainda menor que o da uva thompson. Começa em agosto e termina agora em outubro, período em que atinge o seu ápice de colheita. Você pode consumi-la in natura e até mesmo utilizar suas folhas para fazer chás.

Brasil participa de feira internacional de frutas e hortaliças

Na Semana Mundial da Alimentação, que vai até domingo (22 de outubro), o Brasil participa como convidado oficial da Fruit Attraction, a feira internacional do setor de frutas e hortaliças e uma das principais portas de entrada no mercado europeu. A edição de 2017 do evento acontece em Madrid, entre os dias 18 e 20 de outubro. Neste ano, a expectativa é que a feira quebre os recordes históricos em número de expositores e participantes. Em 2009, primeiro ano em que o evento aconteceu, foram 353 expositores, em 2017, esse número saltou para 1500. O público deve chegar a 60.000 pessoas, de mais de 100 nações do mundo inteiro.

O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Eumar Novacki, é um dos representantes do Brasil no evento. Seu objetivo, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), é aumentar o comércio internacional e atrair investimentos para setores-chaves do agronegócio brasileiro. A fruticultura é uma das prioridades, já que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial nesse segmento, depois da China e da Índia, mas exporta apenas 2,5% do que produz. O país ocupa a 15ª posição no ranking de exportação de frutas.

Países vizinhos do Brasil, como o Chile e o Peru, já colhem os benefícios do investimento na fruticultura de exportação. Nos dois casos, mesmo sendo países significativamente menores que Brasil, os resultados são melhores que os nossos. Em 2016, o Brasil exportou US$ 836 milhões, enquanto o Peru chegou a US$ 2,4 bilhões e, o Chile, a US$ 4 bilhões.

Fonte: Hortifruti, 18 de outubro de 2017